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Opinião objetiva - O mito

  • Foto do escritor: Jota Jorge
    Jota Jorge
  • 19 de ago. de 2024
  • 2 min de leitura

Amigo do esporte,Ā 


Ao final de mais uma Olimpíada, o Brasil teve mais uma participação sofrível. Menos pelos atletas que nos representaram e muito mais pelas autoridades esportivas de nosso país, que não apoiam, não dão condições para que tenhamos resultados expressivos.

Nossas medalhas, em sua maioria, foram conquistadas por abnegados, heróis anÓnimos que não mediram esforços pessoais para chegar à conquista. Mas não podemos falar em Olimpíada sem que citemos um mito, um gigante, um baluarte de nosso esporte: José Roberto Guimarães.

Ao completar 70 anos, Zé Roberto Guimarães acumula títulos de enorme expressão. Cinco medalhas olímpicas om ambas as seleções de vÓlei, inúmeras medalhas de Grand Prix, Liga Mundial e apesar de todas essas conquistas, continua com uma humildade ímpar e consegue se emocionar a cada conquista.

Após uma grande passagem vitoriosa pela seleção masculina, decidiu se dedicar ao vÓlei feminino. E aí conseguiu levar essa modalidade ao topo do mundo.

A medalha de bronze nessa olimpíada foi um  castigo para uma seleção que estava invicta e acabou derrotada na semi-final por um desses acasos do esporte.

Por seu carisma, pela sua personalidade, tem as meninas nas mãos. Bravo quando precisa, mas um bravo educado, comedido. E essa é a grande diferença para Bernardinho, outro grande vencedor. Enquanto Zé Roberto faz da calma e da sobriedade suas grandes virtudes, Bernardinho se comporta de forma absolutamente contrÔria.

Explosivo, voltou a seleção masculina e fez uma campanha pífia. Alguns comentÔrios citam que determinados jogadores não compactuavam das idéias do treinador. Daí o fracasso.

JÔ com Zé Roberto, a situação é diferente. Respeitado e admirado pela seleção feminina, vai colhendo resultados em cada competição. Profundo conhecedor da modalidade, ex-levantador dos melhores, consegue transmitir todo o seu conhecimento com muita facilidade devido  seu jeito carismÔtico de comandar.

O único treinador a ser campeão olímpico com seleções de ambos os sexos estÔ prestes a encerrar uma carreira brilhante sob todos os aspectos.

Não faça isso, mito. O vÓlei e o Brasil ainda precisam de você. Obrigado pelas glórias de conquistas emblemÔticas que você nos proporcionou. E tenho certeza de que você, pensando bem, vai continuar a nos encher de orgulho com futuras conquistas. Até a próxima competição, Zé! Tamo junto. E mais uma vez gratidão, gratidão eterna! Até mais!

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