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  • Foto do escritorJota Jorge

Opinião objetiva - Pelé assina com o Santos!

Amigo do esporte,


Imagine se essa manchete fosse publicada hoje nos jornais de todo o mundo. As opiniões divergem sobre a genialidade de Pelé nos dias de hoje. Muita gente acha que o "Rei" teria muita dificuldade e talvez não fosse autor de mais de 1000 gols e que não apresentaria toda sua genialidade.

A maneira diferente de se jogar hoje, onde a força e velocidade predominam, talvez não colaborasse para que "Ele" apresentasse todo o seu repertório. Respeito demais quem envereda por esse lado. Mas, sinceramente, se Pelé jogasse hoje, com certeza já teria mais de 1500 gols e estaria se aproximando do número 2000.

A precariedade do futebol de hoje com zagueiros ruins, jogadores sem criatividade, sem intimidade com a bola, seriam presa fácil para o "Rei". Cavar faltas era o que "Ele" fazia com maestria. Imaginem hoje com esses truculentos zagueiros o que Pelé não faria.

Alguns podem argumentar: é, mas no primeiro drible o zagueiro quebraria "Ele". Errado. Pelé sempre foi mais esperto do que todos os outros. Sempre foi mais inteligente do que os outros. Quebrou a perna de Procópio, quebrou o maxilar de Matozas do Uruguai na Copa de 70 e fez muitas vítimas por antever a pancada do adversário.

Se Pelé jogasse hoje, sem viagens constantes para fora do país, com toda estrutura que tem hoje o clube de futebol, eu teria dó dos jogadores de hoje. Sim, dó. Sentimento de pena ao ver aquele raio negro investir pra cima desses zagueiros pés-de-rato, driblando e passando por cima desses coitados.

Subindo de cabeça diante desses brucutus deixando-os meio metro abaixo como fez com Fachetti na Copa de 70. Parando com a bola nos pés diante de um marcador sem recursos que ao tomar o drible correria o risco de levar outro na sequência. E se tentasse parar o "Rei" na pancada, correria o risco de ter uma perna quebrada ou um maxilar fraturado.

Ah, se Pelé jogasse hoje! Os estádios estariam cheios, os olhos do mundo estariam atentos ao nosso futebol. Nas esquinas, nos bares, nas farmácias, em todo o lugar haveria uma roda de fanáticos comentando o drible, o arranque, o gol do "Gênio".

É, Pelé. Você faz tanta falta, que ao te ver numa cadeira de rodas me dá vontade de chorar. Chorar copiosamente ao ver o maior jogador da história da humanidade, que com suas pernas maravilhosas levou o nome do Brasil aos quatro cantos do Mundo, numa cadeira de rodas com as mesmas pernas entrevadas e sem mobilidade. É, Pelé. Bem aventurados aqueles que puderam com suas retinas gravar cada passo, cada movimento, cada gol seu. Por tudo isso, se "Ele" jogasse hoje o futebol seria mais alegre.

Talvez até não tivesse tanta violência, pois Pelé parou guerra. Essa manchete é pura imaginação de quem reverencia o maior jogador da história da humanidade. Mas às vezes fico pensando: e se fosse verdade? Nossa! Tudo seria muito diferente!

Grande Pelé. Você foi único. E tem gente que ainda ousa comparar reles mortais com você. Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar, coitados. E, com todo o respeito, aqueles que ousam comparar precisam estudar mais, ler mais, ver mais sobre Pelé para se redimirem. Até mais!

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