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  • Foto do escritorJota Jorge

Opinião objetiva - Nem a Copa América! E agora?

Amigo do esporte,


nossa seleçãozinha colecionou mais um fiasco. Fiasco, sim. Depois de aceitar fazer a Copa América aqui, enfrentou adversários fraquíssimos e para coroar o desempenho marcante perdeu o título pra a decadente Argentina, dando motivo para nossos hermanos comemorarem até agora a brilhante conquista (para eles).

Para nós seria mais uma conquista comum e que não acrescentaria nada ao currículo glorioso de outrora de nossa verdadeira Seleção. Mas para essa era uma obrigação. Até para limpar um pouco a barra que está suja demais, pelo menos pra mim.

A Argentina está caindo pelas tabelas. Os principais times de lá já não metem medo em ninguém. No entanto, entraram em campo com sangue nos olhos, com tesão, com gana pela vitória. E o nosso time? Apanhou o jogo inteiro, se intimidou como sempre e acabou derrotada. Está se tornando rotina colecionar fracassos. Preocupante. Esses vexames estão se tornando uma rotina, e a cada competição perdida dessa maneira o moral de uma Seleção que foi construído pelo talento e pelo amor de jogadores homens verdadeiros outrora, vai se esvaindo.

Asseguro que hoje as chamadas grandes forças da Europa já não tratam o Brasil com respeito. Aqui na América do Sul já percebemos nessa Copa América que algumas equipes que antes eram freguesas de goleada, já não se intimidam tanto, casos de Peru e Colômbia que endureceram contra nós. Existe a necessidade de se mudar. Mudar muito. Não só dentro do campo mas fora dele. Começando pelo treinador. E não adianta mandar o submisso Tite embora e trazer outro treinador brasileiro. Sou defensor da ideia de um treinador estrangeiro. Pelo simples motivo: não irá admitir interferência em convocações e escalações. Não será subserviente e capacho de jogador. Virá com outra proposta de jogo e treinamentos.

E dentro de campo, os exemplos de Inglaterra e Itália que quanto maior o número de jogadores atuando no país maior será a identidade com o torcedor, estão aí para comprovar que não se concebe convocar um, dois ou três jogadores somente que atuam no país e o restante de fora que vem para cumprir uma obrigação. Lamentável! Se não mudar, vai fazer outro fiasco na Copa! Até mais!

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