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  • Foto do escritorJota Jorge

Opinião objetiva - "Decisão não se joga, se ganha!

Amigo do esporte,


muita gente já proferiu essa frase. E sem sombra de dúvida é a maior verdade do futebol. Já tivemos inúmeros exemplos de grandes times formados por grandes jogadores, que não conseguiram sucesso. A justificativa comum é que "não deu liga". Ao longo da história tivemos times medíocres (e aí é na acepção do termo, médios) campeões.

Nos campeonatos de pontos corridos é difícil de acontecer, mas em competições onde se tem uma decisão, e notadamente em jogo único, a máxima do título dessa coluna sempre prevalece. E nunca foi tão exato como nessa decisão de Libertadores.

No último sábado tivemos a decisão do título das Américas no lendário Estádio centenário em Montevidéu. De um lado uma quase seleção na maioria das opiniões, o Flamengo. Do outro, um bom time de futebol com um bom elenco, o Palmeiras.

Para a grande maioria o Flamengo era apontado como favorito. Reagiu no Campeonato brasileiro, vinha embalado com vitórias convincentes. O Palmeiras alternava bons e maus momentos na competição nacional. E seu treinador Abel Ferreira a partir do momento em que seu time não tinha mais condição de brigar pelo título, passou a fazer várias experiencias no elenco visando a final da competição das Américas.

Criticado pela maioria dos torcedores, seguiu firme no propósito de centrar suas forças na Libertadores e manteve o foco sempre estudando opções, a melhor maneira de enfrentar o favorito. Pois bem. Chegou o dia.

De cara o que se viu foi a diferença de postura dos times. Enquanto o Flamengo desfilava em campo com posse de bola, mas querendo dar espetáculo, o Palmeiras entrou com sangue nos olhos. Excelentemente armado atrás, ciente de suas limitações, jogou por uma bola.

Abel Ferreira postou seu time defensivamente de forma impecável e usou o que tinha de melhor para surpreender o oponente: a garra, a vontade, o empenho e velocidade ofensiva. E foi assim que chegou ao gol surpreendendo o favorito. Veio o empate e ainda assim, o Palmeiras não abriu mão de sua proposta de jogo. Sempre com alma, com entrega. E foi recompensado na prorrogação.

A vitória foi de um time que soube jogar uma final. Ou melhor, soube ganhar uma final. Que sirva de lição pro Real Madrid das Américas. Um grande time, sem dúvida. Mas que precisa aprender a ser humilde e aliar a técnica que não lhe falta a vontade de vencer, deixando vaidades de lado.

Quanto ao Palmeiras, lídimo campeão. Da superação, da vontade, da inteligência e principalmente da humildade. Ser humilde é fundamental em todos os setores da vida. No futebol então é prioridade. Avanti, Palestra! Brilhante conquista! Até mais!

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