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  • Foto do escritorJota Jorge

Opinião objetiva - As cafonices do futebol de hoje

Amigo(a) do esporte,

ainda com uma ponta de saudosismo, me lembro do tempo em que o futebol era atraente, vistoso, gostoso de se ver. Digo isso porque vou enumerar alguns fatos que tornaram o futebol uma cafonice sem limites.

Nem vou falar da proibição de cerveja nos estádios, da ausência da preliminar, da falta de bandeiras, fogos. Da entrada dos times em separado pra gente poder aplaudir nosso time e vaiar o adversário, de xingar sem correr o risco de ser preso, pois quando xingávamos jamais tínhamos a intenção de promover racismo ou qualquer tipo de preconceito. Se xingava pelo prazer de xingar, sem outras intenções.

De poder sentar ao lado de um amigo que torcia para o outro time sem ter briga. Copiamos algumas coisas de europeus que nada têm a ver conosco. Aquele portal de papelão por onde as equipes passam e se perfilam é horroroso, ridículo, cafona. De gosto muito duvidoso.

Outra moda que surgiu agora na pandemia: som artificial de torcida. Outra coisa cafona. É o tipo do "engana trouxa". Jogador de futebol não é bobo. O ruído, a emoção que o torcedor passa pra dentro do campo, é insubstituível. O jogador sabe disso. Esse trabalho feito por DJs beira o ridículo. Da mesma forma que colocar fotos de torcedor nas cadeiras do estádio. Que coisa horrorosa! Querem enganar quem?

Não vejo utilidade nenhuma em tudo isso. Se o jogo é sem público, nada vai alterar o clima. E claro, não é a mesma coisa. O jogador sabe que não tem ninguém no estádio. E isso influi e muito no seu comportamento. Temos visto jogos ruins, de pouca emoção e pouca inspiração. O palco sem público influencia o rendimento do artista. E não há subterfúgio que mude esse cenário.

Portanto, parem com essas besteiras de som artificial e fotos nas arquibancadas. Nada disso importa. O jogador quer ver público. E fim de papo! O resto é a cafonice imperando. Como diria o saudoso e extraordinário cronista de esportes Antônio Gusman: "o resto é o resto do restolho do restolhão do rebotalho, de toda essa sabugada que anda por aí"! Até mais!

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